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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Intolerância Religiosa Protesto contra intolerância une diferentes religiões na Zona Norte

Familiares de menina apedrejada e representantes religiosos caminharam juntos na Vila da Penha

O DIA

Rio – Pessoas de diferentes religiões se reuniram na manhã deste domingo no Largo do Bicão, na Vila da Penha, na Zona Norte, para protestar contra a intolerância religiosa após o apedrejamento da menina candomblecista Kailane Campos, de 11 anos. Usando vestimentas próprias de suas crenças, eles caminharam até o local onde a menina foi agredida. Tanto a família de Kailane quanto o pastor que organizou a passeata disseram estar surpresos com a adesão ao ato, que reúne cerca de 500 pessoas.


Protesto contra intolerância uniu na manhã deste domingo diferentes religiões no Largo do Bicão, na Vila da Penha, na Zona Norte
Foto: Carlos Moraes / Agência O Dia


“Não esperávamos tantas pessoas unidas nesse ato. É importante que juntemos todos os segmentos religiosos. Mostramos que somos todos irmãos independente de religião”, declarou a avó da menina, conhecida na religião como Vó Kathi, Kátia Coelho Marinho Eduardo, de 53 anos.

A marcha foi organizada pelo pastor João de Melo, da Primeira Igreja Batista em Vila da Penha. “Repudiamos qualquer ato de intolerância, anunciamos um Senhor que é paz e amor”, afirmou o pastor. “Não poderíamos nos calar diante desse fato porque Cristo não se calaria”, disse.

Ao ser perguntada se perdoa os agressores da filha, Karina Coelho afirmou que “quem perdoa é Deus”. “Não vou ser eu que vou apontar para os outros”, declarou a mãe de Kailane. Ela ainda ressaltou a importância de conviver bem com outros segmentos religiosos. “Sempre fui criada com uma família com várias religiões. Não vou negar a minha família”, disse.


No último dia 14, Kailane Campos, de 11 anos, levou uma pedrada na cabeça por estar vestida com roupas do Candomblé
Foto: Carlos Moraes / Agência O Dia

Intervenção do governo

O babalorixá Ivani dos Santos também destacou a importância da união entre diferentes segmentos religiosos e pediu uma intervenção do governo. “Esse fato da intolerância religiosa acontece todos os dias, há perseguições em escolas “, declarou o religioso. “É uma atitude fascista que não condiz com a atitude de uma sociedade democrática. Quando você tenta impor uma doutrina sem respeitar a do outro, isso te torna um fascista”, completou o babalorixá.
“O estado precisa tomar uma posição, ele precisa convocar as lideranças evangélicas e de outras religiões para sentar e discutir uma pauta em comum sobre intolerância. Essa questão não aconteceu só com a menina”, afirmou. “Também não dá para tirar responsabilidade de maus pastores”, completou.
O ator reuniu ainda a responsável pela Secretaria Estadual de Direitos Humanos, Teresa Cosentino e o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), que falou sobre a discriminação da religiões de matriz africana. “Há muito mais afrofobia do que cristofobia”, declarou ao dizer que o respeito deve existir para todas as religiões.
“Eu como representante da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados posso afirmar que a Câmara é unânime e somos contra a intolerância religiosa”, disse Chico Alencar. “Os atos de intolerância religiosa já são considerados crime na Constituição, mas é preciso colocar isso em prática”, completou.






Reportagem de Gabriela Mattos 

domingo, 28 de junho de 2015

É importante o uso da midia no resgate e defesa dos nossos direitos .

Vídeo gravado para ser exibido na TV Record, como direito de resposta das religiões afro contra ataque sofrido.

Click aqui no link

quinta-feira, 25 de junho de 2015

CIGANA SULAMITA



Sulamita foi uma cigana muito bonita, muito feliz, diz ela que só conheceu a tristeza quando após sua passagem em seu retorno ao nosso mundo como espírito cigano, até então não tinha ouvido, vivido ou sentido tristeza de forma alguma, pois conta a lenda que ela tinha sido prometida, como era de costume as crianças serem prometidas ainda pequenas, para um cigano e quando atingiu a idade de entendimento ela e um outro cigano se apaixonaram, então planejaram numa noite de lua cheia sua fuga e assim o fizeram passaram aquela noite de amor juntos e na manhã seguinte quando ele acordou percebeu que ela não estava mais ali com vida, Sulamita havia desencarnado, porém por isso ela hoje quando acontece a incorporação deste espírito diz não ter conhecido a tristeza, e também é por isso que essa cigana atua de acordo com o que precisamos, ex: se estamos c/problemas de amor ela resolve, se estamos c/problemas de saúde ela resolve, se precisamos de prosperidade ela também resolve através de suas magias, essa cigana trabalha muito c/frutas. Adora trabalhar com frutas e com as folhas dos pés das mesmas frutas. Faz sua magia com folhas de maçã, para o amor; folhas de pêra, para a saúde; folhas de uva, para união; folhas e flores de mamão, para afastamentos; umbigo de banana, para feitiços; folha de fruta-de-conde, para aproximação; folhas de laranja, para acalmar fúrias; folhas de caqui, para tirar o mal. Ela gosta de trabalhar com a fogueira, jogando nela as folhas secas, conforme o problema de cada um. Ela faz uma amarração para casamento colocando um pedaço do quartzo-citrino em cima de cada uma das folhas de maçã, fruta-de-conde e uva-verde com que trabalha; depois, joga por cima flores de laranjeira. Ela afirma que o casamento sai antes de três Luas cheias.Sulamita, que Bel-Karrano (Deus-Céu) ilumine muito seu espírito para que você possa ajudar quem precisa de sua ajuda.

KAÔ KABECILÊ

KAÔ KABECILÊ


terça-feira, 23 de junho de 2015

Algumas imagens da grande passetada realizada ontem contra o crime pelo qual minha filha Kayllane Coelho passou e contra a intolerância religiosa


Algumas imagens da grande passetada realizada ontem contra o crime pelo qual minha filha Kayllane Coelho passou e contra a intolerância religiosa pela qual nossa religião está passando há anos.
Não foi somente as vozes das pessoas que estavamna passeata que ecoou. O ato foi o grito engasgado de uma nação.
Obrigado a todos que compareceram.






Colocar em vigor a lei do deputado Átila Nunes que cria a "Delegacia de Intolerância Religiosa"


JUSTIFICATIVA

A luz dos últimos acontecimentos amplamente divulgados na mídia falada, escrita e televisionada, que demonstram ser grande o preconceito e a intolerância, seja racial, religiosa ou de cor, com fatos, onde a violência e o desrespeito contra as pessoas tem sido a causa principal de atos de vandalismo, agressões físicas e verbais. 
Toda imprensa noticiou recentemente a perseguição religiosa sofrida pelos umbandistas, sendo expulsos das comunidades por membros do tráfico de drogas ou templos umbandistas sendo invadidos e depredados por seguidores de outras religiões. 
Faz-se necessário criar uma delegacia especializada para o atendimento desses casos, tendo em vista o aumento contínuo das ocorrências de crimes, cada vez mais violentos e graves, que merecem todo o amparo por parte do Poder Público, para cumprir o que determina os incisos VI e VIII do art. 5º Constituição Federal, garantindo-se assim o direito a liberdade, a vida e a segurança. 
Pelo exposto, conto com o apoio dos meus pares na aprovação do presente projeto.​

​LEI ÁTILA NUNES, criada a partir do projeto de lei 1609 de 2008.

DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DA DELEGACIA DE CRIMES RACIAIS E DELITOS DE INTOLERÂNCIA – DECRADI
Autor: Deputado ÁTILA NUNES


A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Art. 1º - Fica criada a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância – DECRADI, com a finalidade de combater todos os crimes praticados contra pessoas, entidades ou patrimônios públicos ou privados, cuja motivação seja o preconceito ou a intolerância.

Art. 2º - Compete à DECRADI, registrar, investigar, abrir inquérito e adotar os demais procedimentos policiais necessários, nos casos que envolvam violência ou discriminação contra as pessoas, objetivando a efetiva aplicação da Legislação em vigor e assegurar os direitos de todos os cidadãos, independente de cor, raça ou credo religioso.

Art. 3º - A DECRADI disponibilizará uma linha telefônica 0800 com o objetivo de receber denúncias e informações sobre discriminação ou desrespeito à cidadania ou qualquer outro tipo de agressão.

Art. 4º - As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão por conta do Orçamento do Estado, que fica autorizado a abrir crédito suplementar.

Art. 5º - Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Plenário Barbosa Lima Sobrinho, 10 de Junho de 2008.

domingo, 21 de junho de 2015

O encontro, onde o Cardeal pôde expressar sua solidariedade e reafirmar sua abertura ao diálogo com outras religiões.


A Comissão Arquidiocesana de Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso foi criada para garantir o diálogo entre a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, as demais religiões cristãs e outras lideranças religiosas, e busca cumprir a principal missão da Igreja, que é a de promover o bem e a paz. Dentro deste contexto, o Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, recebeu na manhã desta sexta-feira, 19 de junho, a menina ‪#‎Kailane‬ Campos, de 11 anos, que foi atingida por uma pedrada na cabeça por ser adepta do Candomblé, no último domingo, quando seguia para um centro, na Vila da Penha.

O encontro, onde o Cardeal pôde expressar sua solidariedade e reafirmar sua abertura ao diálogo com outras religiões, contou também com a presença da avó de #Kailane, ‪#‎Kátia‬ Marinho, que estava com a menina no momento da pedrada. Representantes da Comissão Arquidiocesana de Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso, e da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa também participaram da reunião.