Seguidores

Radio Toques de Aruanda http://www.radiotoquesdearuanda.com.br/

domingo, 19 de abril de 2015

Você sabe o que é Macumba? Macumba: instrumento musical de percussão, especie de reco-reco de origem africana.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

politica nacional para comunidades de terreiros... estamos em boas maos!


 

terreiro Ilê Axé

Opô Afonjá, de Mãe Stella de Oxóssi.

“Estamos muito contentes com esta visita do Ministério da Cultura. Afinal, quem não precisa da cultura?”, destacou Mãe Stella. “E, do mesmo modo, a cultura também precisa do axé. Sem os bons pensamentos, as boas intenções e as bênçãos dos orixás, nada feito”.

Na ocasião, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, falou sobre o papel do MinC no desenvolvimento do setor audiovisual baiano e reafirmou a posição do Ministério de colaborar, mesmo em um momento de dificuldades orçamentárias.

Participaram da visita o presidente do Ibram/MuseusBR, Carlos Roberto Brandão, os secretários de Articulação Institucional, Vinícius Wu, de Fomento e Incentivo à Cultura, Carlos Paiva, e do Audiovisual, Pola Ribeiro. Além disso, o secretário de Cultura do estado da Bahia, Jorge Portugal, também esteve presente no encontro.



Fotos: Janine Moraes

Terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, de Mãe Stella de Oxóssi.
Fonte Sérgio Serginho Da Burra Costa                                                                        

terça-feira, 14 de abril de 2015

A Confraria dos Pretos Velhos de Umbanda é uma irmandade criada pela Tenda de Umbanda Pai Joaquim D´Angola e Exú Tiriri - TUPJAET e suas tendas descendentes.


CONFRARIA DOS PRETOS VELHOS DE UMBANDA

A Confraria dos Pretos Velhos de Umbanda é uma irmandade criada pela Tenda de Umbanda Pai Joaquim D´Angola e Exú Tiriri - TUPJAET e suas tendas descendentes.

O brasão da Confraria dos Pretos Velhos de Umbanda contém um toco de árvore, um cachimbo, uma cruz e ramos de ervas, simbolizando o primeiro ponto cantado da Umbanda, em homenagem a Pai Antônio, preto velho de Pai Zélio de Morais e que contava um pouco da história desse preto velho, trazendo também uma das primeiras ritualísticas da Umbanda, que é a oferenda a uma entidade incorporada.

O ponto é esse:
"Meu cachimbo está no toco
Manda moleque buscar
(bis)
No alto da derrubada
Meu cachimbo ficou lá
(bis)
Que arruda tão bonita
Que Vovó mandou arrancar
(bis)
Mas não chore meu netinho
Que Vovó manda plantar

(bis)"



 

TESTEMUNHOS PARA A POSTERIDADE Texto: Lilia Ribeiro; 1972


Linha Branca de Umbanda e Demanda

TESTEMUNHOS PARA A POSTERIDADE
Texto: Lilia Ribeiro; 1972

"De estatura mediana, franzino, cabelos grisalhos, olhar sereno e profundo, Zélio irradiava simpatia. Ao seu lado, sentíamos a vibração que emanava de sua figura miúda quando, entre o café e o cigarro, que não dispensava, na ampla varanda onde os pássaros voavam em liberdade, ao lado da esposa, Izabel, médium do Caboclo Roxo e companheira constante do seu trabalho mediúnico, e das filhas, Zélia e Zilméia, continuadoras da sua obra, relembrava, com extraordinária lucidez, os pormenores dos primórdios da implantação da Umbanda, evitando citar fatos que pudessem dar um relevo maior à sua situação pessoal. Certa vez, dizia ele, na roda de amigos que o visitavam quase todos os sábados: "Na minha família, todos são da Marinha: almirantes, comandantes, um capitão de mar-e-guerra... só eu é que não sou nada..." E o jornalista que se aproximava no momento, antes mesmo de se apresentar, retrucou: "Almirantes ilustres, capitães de mar-e-guerra, há muitos; o médium do Caboclo das Sete Encruzilhadas é um só..."
 

A importância das palmas, do canto e dos tambores na Umbanda



Ogãs são os responsáveis pelo canto e pelo toque dos pontos na Umbanda.

A importância de bater palma para acompanhar o toque do atabaque e de cantar as músicas junto com quem comanda os trabalhos. A energia fica muito densa nos trabalhos em geral quando as pessoas dominadas pelo desânimo, em um determinado momento de dentro da gira, fica fora de sintonia com os trabalhos realizados não cantando e batendo palmas.
São muitas as culturas que fazem uso da música como forma de se religar com o divino. Não apenas com o som, mas com a dança também. Como expressão sagrada que parece estabelecer, desde os tempos mais remotos, um vínculo mágico e astral com o plano espiritual. E a Umbanda não só reconhece como também faz uso deste mesmo conhecimento primordial. Por isso, a Umbanda também é conhecida como “Magia do Ritmo”.
Todo som produz freqüência de ondas eletromagnéticas que, se vibrada no tom e na cadência certa, pode atingir as mais variadas esferas astrais. Daí a importância dos atabaques (que devem sempre ser recobertos por pele animal e tocado com as mãos), o toque da pele humana (seja dos atabaqueiros, também conhecidos como Ogãs, ou dos presentes, com palmas ritmadas) e os pontos cantados (orações na forma de cântico, com letra e melodia próprias a cada Orixá ou alma trabalhadora da Umbanda).
Assim, se um dia, você estiver de visita a uma casa de Umbanda e lá os trabalhos usarem tambor e palmas, participe!
Doe seu próprio corpo, com palmas e cantos para nos ajudar a não apenas, segurar a corrente espiritual que se sustenta o templo, como também será muito útil no alcance das esferas mais tangíveis do plano espiritual. Com vibrações que estejam em sintonia com os poderes evocados em cada gira.

Não tenha vergonha de soltar a voz. É graça a harmonia das palmas e dos sons que os médiuns se desligam de tudo e concentram-se inteiramente no ritmo dos pontos, facilitando a incorporação de tal forma, que o espírito do médium fica adormecido momentaneamente. Assim, quem quer experimentar um bom atendimento espiritual, com um médium totalmente entregue na incorporação de um guia, o grande segredo é: cada um pode fazer a sua parte. Mantendo os bons pensamentos e integrado na “Magia dos Ritmos da Umbanda”, todos saem ganhando: os médiuns, a casa e, sobretudo, você!

domingo, 12 de abril de 2015

O que vem a ser a linha de Malandros na Umbanda?


O que vem a ser a linha de Malandros na Umbanda?

A linha de Malandros na Umbanda é uma linha de espíritos trabalhadores que compõem uma egrégora singular que prega a cima de tudo a alegria de viver e nos ensina a encarar tudo com muita coragem e alegria, não cabendo a nós encarar nada do lado negativo.

E essa postura, que hoje em dia é difícil de se adotar, visto que, para sermos responsáveis, trabalhadores, e maduros, temos que enterrar a “criança” que habita em nós e encarar a vida com uma seriedade cruel, fria, sem nos dar o direito de sorrir, viver e aproveitar os melhores momentos de nossas vidas com a plenitude que Deus nos concede.

Deus é alegria, é plenitude, é a criança sagrada que teima em sobreviver apesar dos massacres que promovemos a ela constantemente, dia a dia, esquecendo-nos totalmente de aproveitar as pequenas coisas que Deus nos dá todos os dias, que dirá as grandes não é mesmo?

A linha dos Malandros jamais pode ser confundida com espíritos marginais, foras da Lei, mesmo porque, como poderíamos conceber uma religião com espíritos que trabalham a margem da Lei Maior e da Justiça Divina?

Umbanda é religião!... E ponto final.

Religião é o ato de nos religarmos a Deus através de uma via, e a Umbanda é uma dessas vias que nos levam a Deus. Portanto, os Malandros são espíritos que nos remetem a alegria de viver e nunca ao desvio de comportamento.

Quem comanda esta linha é Sr Zé Pelintra, Guia que dispensa apresentações não é mesmo?

Um guia de Luz, mestre de Umbanda que comanda esta linha maravilhosa de trabalho.

Nesta linha existem vários espíritos que atendem pelos nomes de Zé Pretinho, Camisa Preta, Pixinguinha, Zé do quilombo, Passo Fundo, Zé da Silva, Camisa listrada, Zé da Navalha, Zé Ceguinho Véio, Certãozinho do Norte, João do Morro, Zé da Ladeira ...e muitos outros que trabalham com fervor pelo bem dos trabalhadores de Umbanda.

Isso sem contar as Malandras... mas essa é uma outra História!

Muita Paz e Alegria!
Salve os Malandros! Saravá Sr Zé Pelintra!
 

Cigana Iris

Nasceu na Índia, tem os cabelos negros lisos e compridos, de pele morena e olhos verdes, trabalha com as cores do arco-íris. E a sua cor preferida e cor de rosa, sendo a cor que atua, na sensibilidade e emoção de cada um de nós, despertando o sentimento mais, forte e puro, que é o amor.
Conta a lenda, que Íris tinha o poder de ler os pensamentos das pessoas, num simples olhar. Ajudava e curava apenas num toque das mãos.
Foi conhecida e adorada por toda Índia, pelo seu poder de cura, bondade e amor. Menina ainda, com os seus 16 anos de idade, tinha a responsabilidade de passar todo amor e esperança para aqueles que não os tinham.
Foi caçada por aqueles que não aceitava o seu dom espiritual, e quase queimada. Fugindo encontrou no caminho uma caravana cigana, onde recebeu abrigo, passou a viajar com os ciganos por sete anos, onde apreendeu seus costumes e rituais.
Até chegar ao Egito, e se encontrou espiritualmente, dando inicio a um novo caminho espiritual, e ao seu trabalho de caridades.
Teve como a segunda “mãe” o Egito, onde foi abraçada como “filha”, e lhe deram o nome de Íris, a grande sacerdotisa cigana. Que caminhou, sofreu, e aprendeu que os caminhos são feitos de fé, perseverança, esperança e amor.
Para quem quer lhe agradar, são oferecidos flores do campo, rosas, champagne, água gasosa, frutas, pães e doces.

Optchá !

•••►Curtam nossa pagina: http://www.facebook.com/grupoboiadeirorei